As redes sociais se tornaram fundamentais no Chile. Cinco dias após o terremoto, que matou centenas de pessoas e deixou inúmeras outras desaparecidas ou feridas, esses portais têm sido, em muitos casos, a melhor alternativa para localizar parentes ou conhecidos.
No Facebook, vários grupos foram criados para oferecer assistência às zonas devastadas, dando informações sobre o terremoto e também para saber como ajudar do exterior. Há também grupos de cidades afetadas que dão informações sobre a região, seus habitantes, e coordenam maneiras de oferecer assistência. No Twitter, as mensagens que buscam ou dão informações sobre pessoas são publicadas continuamente pelos usuários.


